quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

París - PARTE III

O terceiro dia começou mais uma vez com chuva, muita chuva…
Ainda assim, lá fomos nos em direcção à zona de Montmartre.
Fomos de metro e saímos em Anvers. Daqui até se avistar a Basílica de Sacré-Coeur ainda se tem que andar um bocadinho a pé, por ruas recheadas de lojas e lojinhas de Suveniers (aproveitem porque os preços são fantásticos).


Como a subida até à Basílica tem bastantes escadas, optámos por subir de Funicular que com o Paris Pass é gratuito.



A basílica é lindíssima por fora, já por dentro reina a simplicidade. Foi erguida como memorial aos 58 000 soldados franceses mortos na guerra Franco Prussiana e levou 46 anos a ser construída e custou 6 milhões de euros.



Depois de tirar muitas fotografias com a vista fantástica que se tem deste local sobre a cidade de París partimos para a zona típica de Montmartre, que como estava de chuva não havia muitos artistas na rua, apenas alguns.



Com imensas lojas de doces, cafés típicos entre outros, este bairro tem o seu encanto, apercebemo-nos disso após percorremos algumas das suas ruas até chegar ao Moulin Rouge, o famoso cabaré.


Depois de ver a entrada desta sala que ainda hoje tem espectáculos, seguimos de metro até à Gare de Comboios Saint-Lazare que é um dos seis terminais de comboios de París que também encerra um centro comercial.



Daqui fomos a pé às Galeries Lafayette que se por fora já são lindíssimas, por dentro então é de cortar a respiração. Já estava decorada para o Natal, mas mesmo sem decoração de Natal é fantástica, merece sem dúvida uma visita. Tem lojas de todas as marcas caras conhecidas e estava repleta de gente, mal se conseguia romper.



Já algo cansados decidimos ir descansar um pouco para o hotel e depois de descansar um pouco e de almoçar, continuamos pelo Gran Palais e Petit Palais e pela Pont Alexandre III. Tudo grande e fantástico.





O Grand Palais é um edifício singular da cidade e faz parte integrante do conjunto arquitectónico formado pelo Petit Palais e pela Ponte Alexandre III.
O Grand Palais começou a ser construído em 1897 para albergar a Exposição Universal de 1900, destacado pelo estilo ecléctico da sua arquitectura, denominado estilo Beaux-Arts e característico da Escola de Belas Artes de París, o edifício reflecte o gosto pela rica decoração e ornamentação nas suas fachadas de pedra, o formalismo da sua planta e realizações até então insólitas como o grande envidraçado da sua cobertura e a sua estrutura de ferro e aço à vista. O Grand Palais foi destinado progressivamente a usos diversos, como centro para salões técnicos e de exposições comerciais dos sectores automóvel, da aeronáutica, das ciências ou do desporto, convertendo-se testemunha da evolução da arte moderna e dos avanços da civilização durante o século XX. Actualmente alberga o Palais de la découverte, desde 1937, destinado às ciências aplicadas, e as Galeries nationales du Grand Palais, desde 1964, para a exposição de colecções provenientes de museus nacionais franceses.
O Petit Palais é um edifício histórico e museu de belas artes, construído pelo arquitecto Charles Girault também para a Exposição Universal de1900, fazendo parte de um conjunto monumental com o Grand Palais e a Ponte Alexandre III.
A Ponte Alexandre III atravessa o rio Sena e é considerada uma das mais emblemáticas pontes de Paris. Foi construída entre 1896 e 1900 e é decorada com querubim, ninfas e cavalos alados nas extremidades.
Depois de passear sobre esta ponte magnífica seguimos em direcção ao Hôtel National des Invalides e ao Palácio dos Inválidos que é um enorme monumento parisiense, cuja construção foi ordenada por Luís XIV, em 1670, para dar abrigo aos inválidos dos seus exércitos. Hoje em dia, continua acolhendo os inválidos, mas é também uma necrópole militar e sede de vários museus. Entre as personalidades ali sepultadas encontra-se Napoleão Bonaparte.


Apenas vimos os jardins e o exterior deste imenso palácio e daqui seguimos em direcção à Torre Eiffel para tentar a nossa sorte na subida até ao segundo andar.
Sim, após praticamente duas horas na fila de espera (e olha que a fila até anda rápido), com os pés gelados que nem os dedos sentia, conseguimos subir de elevador até ao segundo piso!!!!
Fantástico, magnífico, estupendo…e seriam necessárias muitas mais palavras para conseguir transmitir o que se sente lá em cima! Não deixem de subir, a vista lá de cima é brutal.








Conseguimos ver o anoitecer e de noite…Altura ideal para se subir! O pior foi mesmo descer, que como os elevadores iam sempre lotados tivemos de descer cada um dos degraus a pé, com um frio que cortava a respiração, mas valeu todo o sacrifício…
Concluída a descida apanhámos o metro em direcção ao hotel e finalmente o merecido descanso…
E assim terminou mais um dia fantástico passado na cidade luz…

(Fotografia: Mónica Costa e Bruno Varela)

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