segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Doença do palhaço

Mais uma visita ao centro de saúde e desta vez por causa de umas manchas vermelhas que apareceram nas bochechas do Lourenço. Pela fotografia conseguem perceber do que estou a falar.


Pelo que o médico disse, muito pouco, a meu ver, não descortinei nada…Então não me restou mais nada a não ser fazer uma pesquisa pela internet, aqui, da qual resultou o seguinte:
 
“É uma doença comum. Ocorre mais frequentemente na primavera e muitas vezes aparece na forma de surtos/epidemias nas crianças em idade escolar.
O Eritema Infecioso também denominado megaloeritemaquinta doença ou doença do palhaço é uma infeção vírica benigna em crianças saudáveis, causada pelo parvovírus humano B19.
Ocorre mais frequentemente na primavera e muitas vezes aparece na forma de surtos/epidemias nas crianças em idade escolar.
Muitas vezes a única queixa é o exantema (erupção cutânea), noutros casos a doença começa com sintomas inespecíficos como mal-estar, náuseas, mialgias (dores musculares), dor de cabeça ou febre. Dois a sete dias mais tarde aparece um exantema de cor vermelha vivo numa bochecha ou em ambas (sinal da bofetada). Este eritema facial geralmente é seguido por uma erupção também eritematosa, maculopapular (para além da mancha - mácula - também há elevação da lesão - pápula) na pele do tronco com extensão para os membros.
Na altura em que a erupção aparece, a virémia (vírus em circulação no sangue) desaparece, pelo que a criança já se sente melhor. Nesta fase as crianças deixam de ser contagiosas.
O eritema da face regride em 1 a 4 dias, mas as restantes lesões permanecem visíveis de 7 a 40 dias e neste período podem reaparecer ou agravar com a exposição ao sol, o exercício, o banho ou a fricção.
O diagnóstico do eritema infecioso é clínico, não sendo necessários exames laboratoriais.
Não há tratamento específico. Deve-se assegurar uma hidratação adequada e medicar com antipirético se a criança está febril.
Para reduzir a transmissão desta doença deve ser praticada uma boa lavagem das mãos.
A exclusão das crianças afetadas da escola não é recomendada porque as crianças não são contagiosas na altura em que a erupção está presente. Ângela Oliveira, com a colaboração de Carla Moreira, Pediatra do Serviço de Pediatria do Hospital de São Marcos, Braga”

Para além de hidratar a pele com óleo de amêndoas doces o médico prescreveu-lhe o Azomyr, para tomar à noite por causa da comichão.


(Fotografias: Mónica Costa)

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