quarta-feira, 30 de novembro de 2011

PARABÉNS LOURENÇO

Hoje é dia de FESTA, o Lourenço faz dois anos!
O tempo passa depressa, mas é bom olhar para trás e sentir saudades de tantas coisas boas que vieste trazer à nossa vida.
Amamos-te muito filho!
Um dia quando leres estas linhas quero que te lembres que nada é mais importante nas nossas vidas que TU.
Feliz dia de aniversário e dois beijinhos especiais cheios de amor do Pai Buno!!! e da Mãe Mokina!!!


(Fotografia: Mónica Costa)

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Massa mais que boa

No Sábado deu-me para isto e saiu esta receita que vos deixo hoje por aqui...

Ingrediente
1 pacote pequeno de esparguete
1 lata de azeitonas pretas
queijo ralado
1 lata de cogumelos laminados
2 fatias grossas de fiambre cortado aos cubos
2 fatias de bacon grossas cortado às tiras
1 pacote de natas
sal qb
azeite qb

Modo de Preparar
Cozer o esparguete com um pouco de sal, depois de cozido escorrer toda a água e reservar.
Numa frigideira colocar o azeite, o bacon, o fiambre e os cogumelos e deixar alourar.
Deitar o esparguete num pirex, depois verter as natas sobre ele e misturar bem.
Colocar por cima o conteúdo da frigideira e misturar muito bem novamente para que fique bem distribuído.
Dispor o queijo ralado por cima e finalizar com as azeitonas.
Depois é só deliciarem-se!


(Fotografias: Mónica Costa)

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Árvore de Natal 2011

Este Fim-de-Semana decidimos fazer a nossa árvore de Natal. Sim ainda é cedo, mas como o Natal é quando o Homem quiser, já está! ♥
Refira-se que a estrela no topo da árvore foi o Lourenço que colocou.
O resultado foi este.




Todos os anos colocamos bolas de uma nova cor, este ano foi a vez do azul.
Quem não gostou muito da árvore foi o Lourenço, desconfiado a olhar para ela só dizia para apagarmos as luzes. Depois pedia para ir para o quarto porque tinha medo.
Então decidimos colocar lá debaixo um tractor que tínhamos comprado para lhe oferecer no aniversário e dissemos-lhe que tinha sido a árvore que lhe tinha deixado. Mas nem assim…
De vez em quando lá vai ele espreitar a árvore, mas sempre a medo e na expectativa que lá esteja mais algum presentinho!!! Interesseiro!!

(Fotografias: Mónica Costa)

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Bolo de limão


Foi o bolo do passado Fim-de-Semana.
Ficou saboroso e fofinho.
Deixo aqui a receita.

Ingredientes

5 ovos
1 chávena de açúcar
2 chávenas de farinha
½ chávena de óleo
1 colher de chá de fermento em pó
Raspa de um limão
Sumo de 1 limão
Água q.b.
Leite q.b.

Modo de Preparação

Misturar o açúcar, o fermento e a farinha. De seguida juntar os ovos (não bati as claras em castelo).
Juntar o óleo e mexer. Introduzir a raspa e o sumo de limão.
Depois de misturar tudo muito bem deite água alternada com leite até que a massa adquira a consistência pretendida, nem muito rija, nem muito mole.
Depois é só untar uma forma com margarina e polvilhar com farinha, verter o conteúdo e levar ao forno durante 45 minutos a 210 º C.

(Fotografia: Mónica Costa)

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Convites 2.º aniversário do Lourenço

O segundo aniversário do Lourenço está aí à porta, por isso há que pensar nos preparativos.
Os convites estão finalizados e as lembranças já estão pensadas, pois este ano vamos dar um miminho aos convidados.
O bolo acho que vou ser eu a fazer, mas ainda não decidi!!!
Os convidados vão ser basicamente os mesmos do ano passado, pois como o Lourenço não anda na creche não tem amiguinhos para convidar, ade ter...
Vai ser uma festa muito simples, mas onde o carinho e muito amor não vão faltar.
Ainda não pensamos num presente para oferecer, temos de ir visitar um lojinha de brinquedos e decidir por alguma coisa. Não vai ser fácil a escolha… 
Estes vão ser os convites do segundo aniversário do Lourenço.
Foram feitos por mim com muito amor.




(Fotografias: Mónica Costa)

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Já lá vão duas…


Foi assim que ficou o meu rico portátil depois da passagem das mãos delicadas do menino Lourenço…
Ai, ai…

(Fotografia: Mónica Costa)

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Sou o Ruca, sou eu!...

Esta foi a imagem marcante deste Fim-de-Semana…


O Lourenço deitadinho na cama a ver o Ruca.
A verdade é que aquela música do início é de dar vómitos, mas ele fica deitadinho quietinho a ver um episódio depois do outro, e assim viu para aí mais de 30 sem pestanejar…E não se cansou…
Quando chegava à parte do início de cada episódio lá ia a barra para a frente para não ter que levar com o genérico de 5 em 5 minutos, que é o tempo que dura em média cada episódio….Mãe sofre…

(Fotografia: Mónica Costa)

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Vila de Sintra - 3.º Dia

Pela manhã o Bruno decidiu sair bem cedo e fazer o percurso a pé até ao Castelo dos Mouros. Este Castelo remonta aos séculos VIII-XIX e é testemunho do passado de Portugal. Conquistado pelo Rei D. Afonso Henriques em 1147 e restaurado por ordem do Rei D. Fernando II em 1839, esta estrutura militar colossal manteve-se preservada ao longo do tempo. Daqui têm-se vistas fantásticas sobre a Vila.






Tentámos mais uma vez apanhar o tão ansiado autocarro n.º 434 e mais uma vez sem sorte…Então fomos a pé até ao Palácio de Seteais e à Quinta e Palácio da Regaleira.
O Palácio de Seteais trata-se de um edifício neoclássico que foi mandado construir por Daniel Gildemeester, cônsul de Holanda em Portugal, o arquitecto José da Costa e Silva a finais do Séc. XVIII. O Palácio encontra-se rodeado por um magnífico jardim de acesso público (não se paga nada) e actualmente foi convertido num Hotel 5 *.
Do outro lado do arco de une os dois edifícios do actual hotel tem-se uma vista fantástica, para além de que por entre o arco se conseguir ver o Palácio da Pena enquadrado pela sua moldura, lindo…



 





A Quinta e o Palácio da Regaleira, localiza-se no coração de Sintra e foi mandado construir pelo milionário português António Augusto Carvalho no início do Séc. XX. Projectado pelo arquitecto visionário italiano Luigi Manini, este local é também classificado como Património Mundial da Unesco. Distingue-se por apresentar uma fusão de elementos Góticos, Manuelinos e Neoclássicos.
Fazem parte deste uma bonita capela, muitos jardins e elegantes lagos. Uma das suas características mais intrigantes é a escadaria em espiral, com uma série de degraus que conduz a uma área de grutas e cavernas misteriosas.
Dizem que várias partes dos jardins têm símbolos enigmáticos relacionados à alquimia, maçonaria e até à ordem dos cavaleiros templários. O preço de entrada para visitar a Quinta é de 6 €.







 

 






 



Depois de visitar este lugar verdadeiramente extraordinário fomos almoçar e o Lourenço descansou um bocadinho.
Finalmente e por pura sorte conseguimos apanhar o autocarro que nos levaria ao tão esperado Palácio da Pena, ou não fosse este o monumento mais visitado do País.
Serpenteando pelas estradas em direcção ao topo da serra, chega-se primeiro ao Castelo dos Mouros, que também merece por si só uma visita, só porque o percurso era difícil de fazer com o Lourenço decidimos não visitar e continuar a fazer o percurso até ao Palácio que fica no alto de uma colina de 500 metros.
O Palácio da Pena é um dos ex-líbris da paisagem de Sintra e é considerado uma das obras-primas arquitectónicas mais originais de Portugal. Faz lembrar um palácio de conto de fadas e exibe uma fusão de estilos Gótico, Manuelino, Mourisco e Indiano. Remonta ao Séc. XIX e está classificado como Património da Humanidade da UNESCO, contendo uma série de torreões exóticos, baluartes e cúpulas de tons pastel, janelas com caixilhos minuciosamente trabalhados e pináculos de cores reluzentes. Foi mandado construir pelo Rei D. Fernando II e pelo Rainha D. Maria com o propósito de criar um retiro idílico para a realeza.
O interior original do Palácio foi mantido, e é possível ver objectos pessoais da Rainha e do Rei, além das suas salas luxuosamente decoradas, fotos originais, cozinha e respectivos utensílios.
O preço para entrar no Palácio é de 9 euros e depois ainda pode optar por pagar mais dois euros e subir de comboio. Nós fomos o pé e faz-se bem. 








Muito havia a dizer sobre Sintra e a verdade é que a curiosidade de saber tudo sobre o seu património é inevitável tendo em conta todo o misticismo e beleza do lugar. E acho que uma só visita a um lugar como esta não é suficiente…
E depois tem aqueles maravilhosos “Travesseiros” que de tão bons que são é impossível comer só um…Tem de se lá voltar e comer outro…E outro…
A nossa viagem terminará com a sensação de que estes dias tinham valido muito a pena e que temos mesmo que aproveitar o que de bom este País tem para nos oferecer.

(Fotografias: Mónica Costa e Bruno Varela)

domingo, 6 de novembro de 2011

Vila de Sintra - 2.º Dia

O segundo dia começou bem cedo, pois como se costuma dizer, o Lourenço acorda com as galinhas, então saímos cedinho e fomos tentar apanhar o autocarro n.º 434, que supostamente nos iria levar ao Castelo dos Mouros e ao Palácio da Pena, e que segundo as informações fornecidas no Posto de Turismo passava de 20 em 20 minutos. A verdade é que esperamos por ele cerca de duas horas e não havia meio de ele passar…Então decidimos desistir e fomos visitar o Palácio Nacional de Sintra, que por ser Domingo é gratuito até às 14 horas.














O Palácio Nacional é o único palácio real do país, de origem medieval, que permanece intacto. A esplêndida combinação de estilos, Mourisco, Gótico e Manuelino, assim como as suas salas ricamente ornamentadas, os azulejos do tipo oriental, as pinturas delicadas, a mobília antiga e as belíssimas tapeçarias valem bem a visita a este palácio. A característica mais notória deste Palácio são as suas duas chaminés cónicas. Este Palácio foi a residência oficial de Verão da família real até à Proclamação da República em 1910. A sua construção data do Séc. X, mas foi sujeito a obras no Séc. XV e XVI para incorporar os desejos dos Reis da época.
Daqui seguimos em direcção ao Jardim do Palácio, Jardim da Preta.


Perto do Palácio é possível apanhar um comboio que nos leva a dar uma voltinha pelo centro da Vila, e a viagem custa 5 euros. Apanhámos o comboio e lá fomos nós….




Depois fomos almoçar e o Lourenço dormiu um bocadinho…
Por volta das 15 horas lá fomos nós tentar apanhar outra vez o autocarro n.º 434, para ir ao Palácio da Pena e mais uma vez não havia meio de passar…Então fui perguntar no Posto de Turismo e segundo me informaram foi que como ele saída da estação principal cheio, já não passava por ali!!!!
Então decidimos ir visitar os outros palácios de carro, que foi a pior decisão que podíamos ter tomado. É extremamente difícil conduzir por aquelas ruas com dois sentidos que quando se cruzam dois carros só passam um pelo outro por milagre, já para não falar quando se tem de passar por autocarros!!!! Indescritível, evitem ao máximo andar de carro por lá, nós nunca mais!!! E outra dica, levem GPS, caso contrário é muito difícil dar com o que quer que seja naquela Vila!!!
Depois de percorrer alguns quilómetros lá conseguimos dar com o Palácio de Monserrate, cuja entrada são 5 euros, e o estacionamento é gratuito.
Entramos e não perdemos muito tempo a ver os Jardins que segundo consta tem espécies de plantas dos 5 continentes, pois com o Lourenço não foi fácil chegar ao Palácio quanto mais ir visitar os jardins!
O Palácio é lindíssimo, tanto por dentro como por fora e sofreu recuperação à muito pouco tempo.






O Palácio de Monserrate é de tirar o fôlego a qualquer um, construído por Francis Cook que retrata as origens do seu dono, misturando os estilos Neo-mourisco, Gótico e Inglês. Fica no topo de uma pequena colina e tem belos jardins ao seu redor, perfeitos para relaxar. Este Palácio é um exemplo perfeito das possibilidades infinitas da arquitectura das casas de campo de Sintra.




Depois do stress que foi percorrer todas aquelas ruas de carro decidimos ir para o apartamento e já não saímos mais de lá…
Felizmente conseguimos arranjar logo estacionamento, SORTE!!!!
E estava terminado o nosso segundo dia pelas terras de Sintra.

(Fotografias: Mónica Costa)