segunda-feira, 31 de dezembro de 2012
sábado, 29 de dezembro de 2012
sexta-feira, 28 de dezembro de 2012
Festa de Natal 2012 Jardim-de-Infância
Nunca pensei que depois de tanto choro o Lourenço subisse ao
palco.
Mas subiu e de lá de cima só dizia “mãe tira-me daqui…mãe,
tira-me daqui”
Aguentou-se até ao fim…Depois passou o resto do tempo ao
colo da prima Mariana, isto porque não queria ir para ao pé dos colegas.
A minha estrelinha chorona…LINDO!
(Fotografia: Bruno Varela)
sexta-feira, 21 de dezembro de 2012
sexta-feira, 14 de dezembro de 2012
París - PARTE V
Do último dia só metade foi
passado na cidade, pois o restante tempo foi gasto a apanhar o autocarro para
ir para o Aeroporto de Beauvais, apanhar o Avião até ao Porto e regressar a
casa...
Decidimos guardar para o último
dia a visita ao Arc de Triomphe,
um monumento construído em homenagem às vitórias militares de Napoleão
Bonaparte, o qual ordenou a sua construção em 1806. Inaugurado em 1836, a monumental obra
detém, gravados, os nomes de 128 batalhas e 558 generais. No chão está o Túmulo
do Soldado Desconhecido (1920).
O arco localiza-se na praça Charles de Gaulle, numa das extremidades da Avenida Champs-Élysées. Daqui saem 12 avenidas. O Arc de Triomphe representa o enaltecimento das glórias e conquistas francesas, sob a liderança de Napoleão Bonaparte, com50 metros de altura, o
monumental arco tornou-se, ponto de partida ou passagem das principais paradas
militares, manifestações e, claro, visitas turísticas. Na sua base existe uma
vela que se mantêm sempre acesso em honra dos soldados mortos.
O arco localiza-se na praça Charles de Gaulle, numa das extremidades da Avenida Champs-Élysées. Daqui saem 12 avenidas. O Arc de Triomphe representa o enaltecimento das glórias e conquistas francesas, sob a liderança de Napoleão Bonaparte, com
Não subimos ao topo para ver a
cidade lá de cima, pois como já tínhamos passado duas horas na fila para subir
à Torre Eiffel achamos desnecessário.
De qualquer forma o Arco é
muito bonito e a sua localização é privilegiada com vista para a avenida mais
charmosa de París, Champs-Élysées.
Daqui saímos em direcção ao
hotel para fazer o check-out e fomos então apanhar o autocarro para o
aeroporto.
Correu tudo muito bem, a cidade
é sem dúvida fantástica e merecerá um dia uma segunda visita para ver o tanto
que ficou por ver…
(Fotografias: Mónica Costa e Bruno Varela)
(Fotografias: Mónica Costa e Bruno Varela)
terça-feira, 11 de dezembro de 2012
París - PARTE IV
O
dia de Domingo ficou reservado para a visita ao Museu du Louvre.
Como
era o 1.º Domingo do mês era gratuito, por isso tivemos de acordar cedo e
conseguimos chegar faltavam 20 minutos para as 9 horas e ficámos bem na frente
da fila. Uma sorte valente, foi o que foi… (Saímos na estação de metrô Palais Royal Musée du
Louvre que nos leva direitinhos à Pirâmide invertida).
Ás
9 horas e poucos minutinhos começamos a nossa visita a este fantástico e
grandioso museu.
Na
entrada tem de se passar pelo detentor de metais e logo depois existe um balcão
com folhetos em todas as línguas que inclui o mapa do Museu. Por incrível que
pareça tinha em Português!
Pegamos
um e lá fomos nós…
O Museu du Louvre,
Instalado no Palácio do Louvre, é um dos maiores e mais famosos museus do
mundo. Localiza-se no centro de Paris, entre o rio Sena e a Rue de
Rivoli. O seu pátio central, ocupado agora pela pirâmide de vidro, encontra-se
na linha central dos Champs-Élysées.
As origens do Louvre remontam ao ano de 1190, quando
foi construída uma massiva fortaleza junto às margens do rio Sena. O castelo do
rei Felipe Augusto possuía um ar obviamente bélico, com muralhas e torres. No
século 14, o rei Carlos V imprimiu um ar menos espartano ao complexo, agora
transformado em residência real. Os ares palacianos surgiriam pela vontade dos
soberanos renascentistas Francisco I, que demoliu o antigo castelo e trouxe
Leonardo da Vinci para a França, com a Mona Lisa a tiracolo, e Henrique IV, que
aqui abrigou artistas que ai montaram ateliês. Com a mudança da corte para
Versalhes, o Louvre ficou em estado lastimável, sendo transformado em museu em
1793, durante a Revolução Francesa. Com a expansão colonialista francesa
durante o século 19, uma série de antiguidades do Oriente Médio e Egipto foram
"importadas" pelos franceses.
No
percurso que fizemos não tivemos uma ordem, fomos indo até encontrar as obras
mais populares e visitadas do Museu, pois não queríamos passar mais que uma
manhã lá dentro.
As
principais obras que vimos foram:
-
Victoria
de Samothrace - é uma escultura da deusa grega Victoria em pedra
calcaria, cujos pedaços foram descobertos nas ruínas do santuário dos grandes
deuses, na Ilha de Samothrace, na Grécia. A escultura pertence ao período
clássico, aproximadamente 200 anos a.C.;
- Monalisa (La Gioconda ) - a mais famosa obra do pintor italiano
Leonardo da Vinci, uma pintura a óleo sobre madeira. Um pequeno quadro (77x53
cm) muito bem protegido, que só é possível ver a uma distância de
aproximadamente cinco metros, delimitada por um corrimão em madeira;
- Bodas de Caná;
-
Venus
de Milo - uma famosa estátua grega feita em mármore com cerca de
dois metros de altura e que se pensa ser obra de Alexandros de Antioquia. Foi
encontrada na Ilha de Milos, no Mar Egeu. Representa
a deusa grega Afrodite, do amor sexual e beleza física;
- “Psiquê revivida pelo beijo de Eros” de Antonio Canova – (para mim
uma das esculturas mais bonitas do
Museu) - Segundo a lenda Psiquê era tão bela
que despertou a fúria da deusa Afrodite que enviou seu filho Eros para lhe
acertar com uma flecha e fazê-la apaixonar-se pelo homem mais feio. Porém, Eros
acabou apaixonado por ela;
-
Parte egípcia (Tudo
fantástico – adorei a Múmia verdadeira);
-
Fossos Medievais;
-
etc, etc…
Não
deixem de ir espreitando pelas janelas e vejam para além das filas gigantes de
gente a querer entrar no Museu, a beleza do edifício e das suas pirâmides.
Passeiem
pelos corredores recheados de quadros e esculturas lindíssimas, olham para os
tectos que também são fantásticos. Tudo foi pensado ao pormenor dentro do
Museu.
As
colecções são todas extraordinárias e apetece ver tudo ao pormenor, mas como o
cansaço depois de algumas horas começa a pesar decidimos partir para outras
paragens e inclusive almoçar. Já passava das 13 horas quando saímos do Museu,
com a sensação que muito ficou por ver, mas depois de almoçar e renovar forças
fomos até à Place de la Concorde que com
mais de 8 há, é limitada pelos Jardins dês Tuileries de um lado e marca o início
dos Champs-Elysées do outro.
Em
cada um dos extremos da praça existem duas fontes e oito estátuas que
representam as cidades francesas. Esta praça foi cenário de muitas execuções
durante a Revolução Francesa. Foi nesta praça que se instalou a guilhotina que
acabou com a vida de Luís XVI e Maria Antonieta, entre centenas de outras
execuções. No centro da praça está o Obelisco de Luxor, um presente vice-rei do
Egipto em 1836, ladeado por duas fontes e oito estátuas.
Daqui
seguimos pelos Jardins das Tuileries que compõem
um parque parisiense situado na margem direita do rio Sena,
entre a Place de la
Concorde e o Carrousel du Louvre. Foi criado
no Séc. XVI, no estilo italiano, por ordem de Catarina de Médicis,
para decorar o entorno do Palácio de Tuileries, onde passava os seus tempos
livres.
Percorremos de mão
dada todo o Jardim e finalizamos a nossa caminhada novamente junto ao Museu du
Louvre.
Junto ao Museu du
Louvre está localizado o Arco du Carousel edificado em
homenagem ao Grande Exército de Napoleão Bonaparte entre
1807 e 1809, celebrando assim a vitória dos exércitos franceses na Batalha
de Austerlitz (uma das maiores vitórias de Napoleão Bonaparte, travada
em 1805, contra o exército austro-russo).
Fomos ver de perto as
pirâmides e o Louvre por fora, tirar dezenas de fotografias e descansar…
Seguimos a pé para
conhecer um pouco das ruas e praças envolventes e fomos até à Place du Palais-Royal,
de onde se pode ver a fachada do Palais Royal.
Seguindo a pé fomos
dar perto da Ópera Garnier, que
também só vimos a fachada. París tem duas grandes casas de ópera, esta que é dedicada
ao ballet e a Opéra de la
Bastille dedicada à música clássica.
Daqui apanhámos o metro para o Hotel, jantámos e terminámos o dia a passear novamente pela Avenida
Champs-Elysées.
Mais
um dia fantástico e inesquecível…
(Fotografias: Mónica Costa e Bruno Varela)
segunda-feira, 10 de dezembro de 2012
Saga faísca … Continua
O Lourenço nunca foi muito adepto de Puzzels, até ao dia em
que lhe ofereceram um do Faísca… todos os dias pede para o fazer…
Como prenda de anos eu e o Pai oferecemos-lhe o Mack que
transporta imensos carros, então enche aquilo com os carros da colecção Cars e
diz que vão para a Califórnia…
A Mariana no aniversário ofereceu-lhe um quadro pintado, com
quem imaginem lá…Faísca claro! (Ficou lindo pendurado no quartinho dele).
Todos os dias antes de adormecer pede para ver o filme Car2,
até eu já sei as falas deles…
Para conseguirem perceber a adoração do miúdo pelo Faísca,
até na árvore de Natal quis por uma imagem dele e do Mate…
Bendito seja quem inventou o Faísca…Ou não!
Que mais aí virá…
(Fotografias: Mónica Costa)
quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
París - PARTE III
O
terceiro dia começou mais uma vez com chuva, muita chuva…
Ainda
assim, lá fomos nos em direcção à zona
de Montmartre.
Fomos
de metro e saímos em
Anvers. Daqui até se avistar a Basílica de Sacré-Coeur ainda se tem que andar um bocadinho
a pé, por ruas recheadas de lojas e lojinhas de Suveniers (aproveitem porque os
preços são fantásticos).
Como
a subida até à Basílica tem bastantes escadas, optámos por subir de Funicular
que com o Paris Pass é gratuito.
A
basílica é lindíssima por fora, já por dentro reina a simplicidade. Foi erguida
como memorial aos 58 000 soldados franceses mortos na guerra Franco Prussiana e
levou 46 anos a ser construída e custou 6 milhões de euros.
Depois
de tirar muitas fotografias com a vista fantástica que se tem deste local sobre
a cidade de París partimos para a zona típica de Montmartre, que como estava de chuva não havia muitos artistas
na rua, apenas alguns.
Com
imensas lojas de doces, cafés típicos entre outros, este bairro tem o seu
encanto, apercebemo-nos disso após percorremos algumas das suas ruas até chegar
ao Moulin Rouge, o famoso
cabaré.
Depois
de ver a entrada desta sala que ainda hoje tem espectáculos, seguimos de metro
até à Gare de Comboios Saint-Lazare
que é um dos seis terminais de comboios de París que também encerra um centro
comercial.
Daqui
fomos a pé às Galeries Lafayette
que se por fora já são lindíssimas, por dentro então é de cortar a respiração.
Já estava decorada para o Natal, mas mesmo sem decoração de Natal é fantástica,
merece sem dúvida uma visita. Tem lojas de todas as marcas caras conhecidas e
estava repleta de gente, mal se conseguia romper.
Já
algo cansados decidimos ir descansar um pouco para o hotel e depois de
descansar um pouco e de almoçar, continuamos pelo Gran Palais e Petit
Palais e pela Pont Alexandre
III. Tudo grande e fantástico.
O Grand
Palais é um edifício singular da cidade e faz parte integrante do
conjunto arquitectónico formado pelo Petit Palais e pela
Ponte Alexandre III.
O Grand Palais começou a ser construído em 1897 para albergar a Exposição Universal de 1900, destacado pelo estilo ecléctico da sua arquitectura, denominado estilo Beaux-Arts e característico da Escola de Belas Artes de París, o edifício reflecte o gosto pela rica decoração e ornamentação nas suas fachadas de pedra, o formalismo da sua planta e realizações até então insólitas como o grande envidraçado da sua cobertura e a sua estrutura de ferro e aço à vista. O Grand Palais foi destinado progressivamente a usos diversos, como centro para salões técnicos e de exposições comerciais dos sectores automóvel, da aeronáutica, das ciências ou do desporto, convertendo-se testemunha da evolução da arte moderna e dos avanços da civilização durante o século XX. Actualmente alberga o Palais de la découverte, desde 1937, destinado às ciências aplicadas, e as Galeries nationales du Grand Palais, desde 1964, para a exposição de colecções provenientes de museus nacionais franceses.
O Petit Palais é um edifício histórico e museu de belas artes, construído pelo arquitecto Charles Girault também para a Exposição Universal de1900, fazendo parte de um conjunto monumental com o Grand Palais e a Ponte Alexandre III.
O Grand Palais começou a ser construído em 1897 para albergar a Exposição Universal de 1900, destacado pelo estilo ecléctico da sua arquitectura, denominado estilo Beaux-Arts e característico da Escola de Belas Artes de París, o edifício reflecte o gosto pela rica decoração e ornamentação nas suas fachadas de pedra, o formalismo da sua planta e realizações até então insólitas como o grande envidraçado da sua cobertura e a sua estrutura de ferro e aço à vista. O Grand Palais foi destinado progressivamente a usos diversos, como centro para salões técnicos e de exposições comerciais dos sectores automóvel, da aeronáutica, das ciências ou do desporto, convertendo-se testemunha da evolução da arte moderna e dos avanços da civilização durante o século XX. Actualmente alberga o Palais de la découverte, desde 1937, destinado às ciências aplicadas, e as Galeries nationales du Grand Palais, desde 1964, para a exposição de colecções provenientes de museus nacionais franceses.
O Petit Palais é um edifício histórico e museu de belas artes, construído pelo arquitecto Charles Girault também para a Exposição Universal de1900, fazendo parte de um conjunto monumental com o Grand Palais e a Ponte Alexandre III.
A Ponte
Alexandre III atravessa o rio Sena e é
considerada uma das mais emblemáticas pontes de Paris. Foi construída entre
1896 e 1900 e é decorada com querubim, ninfas e cavalos
alados nas extremidades.
Depois de passear sobre esta ponte
magnífica seguimos em direcção ao Hôtel National des Invalides e
ao Palácio dos Inválidos que é um enorme
monumento parisiense, cuja construção foi ordenada por Luís XIV, em 1670, para
dar abrigo aos inválidos dos seus exércitos. Hoje em dia, continua acolhendo os
inválidos, mas é também uma necrópole militar e
sede de vários museus. Entre
as personalidades ali sepultadas encontra-se Napoleão
Bonaparte.
Apenas vimos os jardins e o exterior
deste imenso palácio e daqui seguimos em direcção à Torre Eiffel para tentar a
nossa sorte na subida até ao segundo andar.
Sim,
após praticamente duas horas na fila de espera (e olha que a fila até anda
rápido), com os pés gelados que nem os dedos sentia, conseguimos subir de
elevador até ao segundo piso!!!!
Fantástico,
magnífico, estupendo…e seriam necessárias muitas mais palavras para conseguir
transmitir o que se sente lá em cima! Não deixem de subir, a vista lá de cima é
brutal.
Conseguimos
ver o anoitecer e de noite…Altura ideal para se subir! O pior foi mesmo descer,
que como os elevadores iam sempre lotados tivemos de descer cada um dos
degraus a pé, com um frio que cortava a respiração, mas valeu todo o
sacrifício…
Concluída
a descida apanhámos o metro em direcção ao hotel e finalmente o merecido
descanso…
E
assim terminou mais um dia fantástico passado na cidade luz…
(Fotografia: Mónica Costa e Bruno Varela)
(Fotografia: Mónica Costa e Bruno Varela)
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