sábado, 29 de dezembro de 2012

O Nosso Natal 2012

O Nosso Natal em Fotografias...Porque uma fotografia, por vezes, vale mais que mil palavras...

Desfile de Pais Natal

Desfile de Pais Natal


O Meu Pai Natal...

Mesa farta...Como se quer no Natal!

Mesa farta Parte II!



O verdadeiro Pai Natal!

Magia...

Magia...

(Fotografias: Mónica Costa)

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Festa de Natal 2012 Jardim-de-Infância



Nunca pensei que depois de tanto choro o Lourenço subisse ao palco.
Mas subiu e de lá de cima só dizia “mãe tira-me daqui…mãe, tira-me daqui”
Aguentou-se até ao fim…Depois passou o resto do tempo ao colo da prima Mariana, isto porque não queria ir para ao pé dos colegas.
A minha estrelinha chorona…LINDO!

(Fotografia: Bruno Varela)

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

París - PARTE V

Do último dia só metade foi passado na cidade, pois o restante tempo foi gasto a apanhar o autocarro para ir para o Aeroporto de Beauvais, apanhar o Avião até ao Porto e regressar a casa...
Decidimos guardar para o último dia a visita ao Arc de Triomphe, um monumento construído em homenagem às vitórias militares de Napoleão Bonaparte, o qual ordenou a sua construção em 1806. Inaugurado em 1836, a monumental obra detém, gravados, os nomes de 128 batalhas e 558 generais. No chão está o Túmulo do Soldado Desconhecido (1920).








O arco localiza-se na praça Charles de Gaulle, numa das extremidades da Avenida Champs-Élysées. Daqui saem 12 avenidas. O Arc de Triomphe representa o enaltecimento das glórias e conquistas francesas, sob a liderança de Napoleão Bonaparte, com 50 metros de altura, o monumental arco tornou-se, ponto de partida ou passagem das principais paradas militares, manifestações e, claro, visitas turísticas. Na sua base existe uma vela que se mantêm sempre acesso em honra dos soldados mortos.
Não subimos ao topo para ver a cidade lá de cima, pois como já tínhamos passado duas horas na fila para subir à Torre Eiffel achamos desnecessário.
De qualquer forma o Arco é muito bonito e a sua localização é privilegiada com vista para a avenida mais charmosa de París, Champs-Élysées.
Daqui saímos em direcção ao hotel para fazer o check-out e fomos então apanhar o autocarro para o aeroporto.
Correu tudo muito bem, a cidade é sem dúvida fantástica e merecerá um dia uma segunda visita para ver o tanto que ficou por ver… 

(Fotografias: Mónica Costa e Bruno Varela)

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

París - PARTE IV


O dia de Domingo ficou reservado para a visita ao Museu du Louvre.
Como era o 1.º Domingo do mês era gratuito, por isso tivemos de acordar cedo e conseguimos chegar faltavam 20 minutos para as 9 horas e ficámos bem na frente da fila. Uma sorte valente, foi o que foi… (Saímos na estação de metrô Palais Royal Musée du Louvre que nos leva direitinhos à Pirâmide invertida).


Ás 9 horas e poucos minutinhos começamos a nossa visita a este fantástico e grandioso museu.


Na entrada tem de se passar pelo detentor de metais e logo depois existe um balcão com folhetos em todas as línguas que inclui o mapa do Museu. Por incrível que pareça tinha em Português!
Pegamos um e lá fomos nós…
Museu du Louvre, Instalado no Palácio do Louvre, é um dos maiores e mais famosos museus do mundo. Localiza-se no centro de Paris, entre o rio Sena e a Rue de Rivoli. O seu pátio central, ocupado agora pela pirâmide de vidro, encontra-se na linha central dos Champs-Élysées.
As origens do Louvre remontam ao ano de 1190, quando foi construída uma massiva fortaleza junto às margens do rio Sena. O castelo do rei Felipe Augusto possuía um ar obviamente bélico, com muralhas e torres. No século 14, o rei Carlos V imprimiu um ar menos espartano ao complexo, agora transformado em residência real. Os ares palacianos surgiriam pela vontade dos soberanos renascentistas Francisco I, que demoliu o antigo castelo e trouxe Leonardo da Vinci para a França, com a Mona Lisa a tiracolo, e Henrique IV, que aqui abrigou artistas que ai montaram ateliês. Com a mudança da corte para Versalhes, o Louvre ficou em estado lastimável, sendo transformado em museu em 1793, durante a Revolução Francesa. Com a expansão colonialista francesa durante o século 19, uma série de antiguidades do Oriente Médio e Egipto foram "importadas" pelos franceses.
No percurso que fizemos não tivemos uma ordem, fomos indo até encontrar as obras mais populares e visitadas do Museu, pois não queríamos passar mais que uma manhã lá dentro.
As principais obras que vimos foram:


- Victoria de Samothrace - é uma escultura da deusa grega Victoria em pedra calcaria, cujos pedaços foram descobertos nas ruínas do santuário dos grandes deuses, na Ilha de Samothrace, na Grécia. A escultura pertence ao período clássico, aproximadamente 200 anos a.C.;



 

- Monalisa (La Gioconda) - a mais famosa obra do pintor italiano Leonardo da Vinci, uma pintura a óleo sobre madeira. Um pequeno quadro (77x53 cm) muito bem protegido, que só é possível ver a uma distância de aproximadamente cinco metros, delimitada por um corrimão em madeira;


 - Bodas de Caná;


- Venus de Milo - uma famosa estátua grega feita em mármore com cerca de dois metros de altura e que se pensa ser obra de Alexandros de Antioquia. Foi encontrada na Ilha de Milos, no Mar Egeu. Representa a deusa grega Afrodite, do amor sexual e beleza física;


- “Psiquê revivida pelo beijo de Eros” de Antonio Canova – (para mim uma das esculturas mais bonitas do Museu) - Segundo a lenda Psiquê era tão bela que despertou a fúria da deusa Afrodite que enviou seu filho Eros para lhe acertar com uma flecha e fazê-la apaixonar-se pelo homem mais feio. Porém, Eros acabou apaixonado por ela;

  
- Parte egípcia (Tudo fantástico – adorei a Múmia verdadeira);

-  Fossos Medievais;
- etc, etc…

Não deixem de ir espreitando pelas janelas e vejam para além das filas gigantes de gente a querer entrar no Museu, a beleza do edifício e das suas pirâmides.






Passeiem pelos corredores recheados de quadros e esculturas lindíssimas, olham para os tectos que também são fantásticos. Tudo foi pensado ao pormenor dentro do Museu.


As colecções são todas extraordinárias e apetece ver tudo ao pormenor, mas como o cansaço depois de algumas horas começa a pesar decidimos partir para outras paragens e inclusive almoçar. Já passava das 13 horas quando saímos do Museu, com a sensação que muito ficou por ver, mas depois de almoçar e renovar forças fomos até à Place de la Concorde que com mais de 8 há, é limitada pelos Jardins dês Tuileries de um lado e marca o início dos Champs-Elysées do outro.

  
Em cada um dos extremos da praça existem duas fontes e oito estátuas que representam as cidades francesas. Esta praça foi cenário de muitas execuções durante a Revolução Francesa. Foi nesta praça que se instalou a guilhotina que acabou com a vida de Luís XVI e Maria Antonieta, entre centenas de outras execuções. No centro da praça está o Obelisco de Luxor, um presente vice-rei do Egipto em 1836, ladeado por duas fontes e oito estátuas.
Daqui seguimos pelos Jardins das Tuileries que compõem um parque parisiense situado na margem direita do rio Sena, entre a Place de la Concorde e o Carrousel du Louvre. Foi criado no Séc. XVI, no estilo italiano, por ordem de Catarina de Médicis, para decorar o entorno do Palácio de Tuileries, onde passava os seus tempos livres.


 Percorremos de mão dada todo o Jardim e finalizamos a nossa caminhada novamente junto ao Museu du Louvre.






Junto ao Museu du Louvre está localizado o Arco du Carousel  edificado em homenagem ao Grande Exército de Napoleão Bonaparte entre 1807 e 1809, celebrando assim a vitória dos exércitos franceses na Batalha de Austerlitz (uma das maiores vitórias de Napoleão Bonaparte, travada em 1805, contra o exército austro-russo).
Fomos ver de perto as pirâmides e o Louvre por fora, tirar dezenas de fotografias e descansar…
Seguimos a pé para conhecer um pouco das ruas e praças envolventes e fomos até à Place du Palais-Royal, de onde se pode ver a fachada do Palais Royal.


Seguindo a pé fomos dar perto da Ópera Garnier, que também só vimos a fachada. París tem duas grandes casas de ópera, esta que é dedicada ao ballet e a Opéra de la Bastille dedicada à música clássica.


Daqui apanhámos o metro para o Hotel, jantámos e terminámos o dia a passear novamente pela Avenida Champs-Elysées.


 Mais um dia fantástico e inesquecível…

(Fotografias: Mónica Costa e Bruno Varela)

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Saga faísca … Continua

O Lourenço nunca foi muito adepto de Puzzels, até ao dia em que lhe ofereceram um do Faísca… todos os dias pede para o fazer…
Como prenda de anos eu e o Pai oferecemos-lhe o Mack que transporta imensos carros, então enche aquilo com os carros da colecção Cars e diz que vão para a Califórnia…


A Mariana no aniversário ofereceu-lhe um quadro pintado, com quem imaginem lá…Faísca claro! (Ficou lindo pendurado no quartinho dele).


Todos os dias antes de adormecer pede para ver o filme Car2, até eu já sei as falas deles…
Para conseguirem perceber a adoração do miúdo pelo Faísca, até na árvore de Natal quis por uma imagem dele e do Mate…
Bendito seja quem inventou o Faísca…Ou não!
Que mais aí virá…

(Fotografias: Mónica Costa)

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

París - PARTE III

O terceiro dia começou mais uma vez com chuva, muita chuva…
Ainda assim, lá fomos nos em direcção à zona de Montmartre.
Fomos de metro e saímos em Anvers. Daqui até se avistar a Basílica de Sacré-Coeur ainda se tem que andar um bocadinho a pé, por ruas recheadas de lojas e lojinhas de Suveniers (aproveitem porque os preços são fantásticos).


Como a subida até à Basílica tem bastantes escadas, optámos por subir de Funicular que com o Paris Pass é gratuito.



A basílica é lindíssima por fora, já por dentro reina a simplicidade. Foi erguida como memorial aos 58 000 soldados franceses mortos na guerra Franco Prussiana e levou 46 anos a ser construída e custou 6 milhões de euros.



Depois de tirar muitas fotografias com a vista fantástica que se tem deste local sobre a cidade de París partimos para a zona típica de Montmartre, que como estava de chuva não havia muitos artistas na rua, apenas alguns.



Com imensas lojas de doces, cafés típicos entre outros, este bairro tem o seu encanto, apercebemo-nos disso após percorremos algumas das suas ruas até chegar ao Moulin Rouge, o famoso cabaré.


Depois de ver a entrada desta sala que ainda hoje tem espectáculos, seguimos de metro até à Gare de Comboios Saint-Lazare que é um dos seis terminais de comboios de París que também encerra um centro comercial.



Daqui fomos a pé às Galeries Lafayette que se por fora já são lindíssimas, por dentro então é de cortar a respiração. Já estava decorada para o Natal, mas mesmo sem decoração de Natal é fantástica, merece sem dúvida uma visita. Tem lojas de todas as marcas caras conhecidas e estava repleta de gente, mal se conseguia romper.



Já algo cansados decidimos ir descansar um pouco para o hotel e depois de descansar um pouco e de almoçar, continuamos pelo Gran Palais e Petit Palais e pela Pont Alexandre III. Tudo grande e fantástico.





O Grand Palais é um edifício singular da cidade e faz parte integrante do conjunto arquitectónico formado pelo Petit Palais e pela Ponte Alexandre III.
O Grand Palais começou a ser construído em 1897 para albergar a Exposição Universal de 1900, destacado pelo estilo ecléctico da sua arquitectura, denominado estilo Beaux-Arts e característico da Escola de Belas Artes de París, o edifício reflecte o gosto pela rica decoração e ornamentação nas suas fachadas de pedra, o formalismo da sua planta e realizações até então insólitas como o grande envidraçado da sua cobertura e a sua estrutura de ferro e aço à vista. O Grand Palais foi destinado progressivamente a usos diversos, como centro para salões técnicos e de exposições comerciais dos sectores automóvel, da aeronáutica, das ciências ou do desporto, convertendo-se testemunha da evolução da arte moderna e dos avanços da civilização durante o século XX. Actualmente alberga o Palais de la découverte, desde 1937, destinado às ciências aplicadas, e as Galeries nationales du Grand Palais, desde 1964, para a exposição de colecções provenientes de museus nacionais franceses.
O Petit Palais é um edifício histórico e museu de belas artes, construído pelo arquitecto Charles Girault também para a Exposição Universal de1900, fazendo parte de um conjunto monumental com o Grand Palais e a Ponte Alexandre III.
A Ponte Alexandre III atravessa o rio Sena e é considerada uma das mais emblemáticas pontes de Paris. Foi construída entre 1896 e 1900 e é decorada com querubim, ninfas e cavalos alados nas extremidades.
Depois de passear sobre esta ponte magnífica seguimos em direcção ao Hôtel National des Invalides e ao Palácio dos Inválidos que é um enorme monumento parisiense, cuja construção foi ordenada por Luís XIV, em 1670, para dar abrigo aos inválidos dos seus exércitos. Hoje em dia, continua acolhendo os inválidos, mas é também uma necrópole militar e sede de vários museus. Entre as personalidades ali sepultadas encontra-se Napoleão Bonaparte.


Apenas vimos os jardins e o exterior deste imenso palácio e daqui seguimos em direcção à Torre Eiffel para tentar a nossa sorte na subida até ao segundo andar.
Sim, após praticamente duas horas na fila de espera (e olha que a fila até anda rápido), com os pés gelados que nem os dedos sentia, conseguimos subir de elevador até ao segundo piso!!!!
Fantástico, magnífico, estupendo…e seriam necessárias muitas mais palavras para conseguir transmitir o que se sente lá em cima! Não deixem de subir, a vista lá de cima é brutal.








Conseguimos ver o anoitecer e de noite…Altura ideal para se subir! O pior foi mesmo descer, que como os elevadores iam sempre lotados tivemos de descer cada um dos degraus a pé, com um frio que cortava a respiração, mas valeu todo o sacrifício…
Concluída a descida apanhámos o metro em direcção ao hotel e finalmente o merecido descanso…
E assim terminou mais um dia fantástico passado na cidade luz…

(Fotografia: Mónica Costa e Bruno Varela)