quarta-feira, 11 de setembro de 2013
terça-feira, 10 de setembro de 2013
sexta-feira, 6 de setembro de 2013
Turbo, o Filme...
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Sinpse “Turbo é
um caracol que sonha tornar-se o corredor mais rápido do mundo. A sua obsessão
pela velocidade faz com que se sinta um peixe fora de água na lenta comunidade
dos caracóis. Turbo deseja desesperadamente deixar para trás a vida calma e
pacata em que vive, e o seu desejo pode realizar-se quando sofre um estranho
acidente e adquire o poder da super-velocidade. De motor carregado, Turbo
embarca numa extraordinária aventura para vencer os seus ídolos na corrida Indy
500. Ao lado de Turbo está a sua dedicada equipa de caracóis corredores – um
bando de viciados em adrenalina, armadilhados de conchas que se parecem com
miniaturas de carros de corrida. Mas é Turbo quem consegue o impossível, por
recusar que as suas limitações o impeçam de concretizar os seus sonhos.”
Foi o primeiro filme que o
Lourenço foi ver ao cinema.
Eu, o Pai e a Prima Mariana
fomos também e ADORÁMOS.
O filme está simplesmente
fantástico.
O Lourenço fica um espectáculo de Óculos 3D... E portou-se como um homenzito!
(Fotografia: Mónica Costa)
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
terça-feira, 3 de setembro de 2013
sábado, 17 de agosto de 2013
quinta-feira, 15 de agosto de 2013
quarta-feira, 14 de agosto de 2013
Parabéns!!!

Que a vida te sorria sempre.... Tu mereces.
Obrigada por nos fazeres tão felizes...ADORAMOS-TE.
Beijinhos DOCES...
terça-feira, 13 de agosto de 2013
“Monstros na Universidade” e “A Gaiola Dourada”
Os
últimos dois filmes que vi foram: “Monstros na Universidade” e “A Gaiola
Dourada”
Sinopse: “Quando, há
mais de uma década, conhecemos os monstros James P. "Sulley" Sullivan
e Mike Wazowski, pudemos perceber como funciona uma fábrica de sustos: o que
fazem, como são e qual o objectivo de aterrorizar as criancinhas. O que ainda
não nos tinha sido revelado era qual a formação ou grau académico necessário
para cada função. Por esse motivo, recuando dez anos, vamos ter oportunidade de
conhecer os nossos heróis no seu percurso universitário. Nessa época, eles eram
jovens e inconscientes, e a sua existência variava entre ódios de estimação e a
camaradagem sem igual… Com realização de Dan Scanlon, “Monstros: A
Universidade” é a “prequela” de “Monstros e Companhia”, uma comédia de animação
sobre a força da amizade na juventude.”
Muito,
muito engraçado. Adorei a história. O facto de o filme ser em 3D dá-lhe outra
vida. Este está mais que recomendado.
Sinopse: “Maria e José Ribeiro são um casal de portugueses
emigrados em França há mais de três décadas. Ela sempre trabalhou como porteira
de um prédio num dos melhores bairros parisienses e ele na construção civil.
Todos gostam deles, quer pela sua simpatia e humildade, quer pela sua
incansável boa vontade para ajudar quem precisa. Quando recebem a notícia de
uma herança em Portugal que lhes concretiza o velho sonho do regresso às raízes,
tudo parece perfeito. Porém, a verdade é que ninguém está muito interessado em
perder a sua amizade e, subtilmente, uns e outros começam a organizar-se de
maneira a fazê-los mudar de ideias.
Gostei, mas
ia com a ideia de que o filme ia ter mais cenas para rir. De qualquer forma é
um filme que recomendo. Eu que nem gosto da actriz Rita Blanco acho que esteve
muito bem.
quinta-feira, 8 de agosto de 2013
quarta-feira, 7 de agosto de 2013
quinta-feira, 1 de agosto de 2013
Amigo
O Lourenço gosta muito de um colega do Jardim-de-Infância e
quando vieram de férias a preocupação dele era que nunca mais o ia ver.
Então o Nuno foi passar uma tarde lá em casa e foi muito
engraçado. Apesar de não terem brincadeiras em conjunto, pois cada um brincava
com coisas distintas, passaram um bocadinho juntos e acho que deu para matar as
saudades.
Qualquer dia à mais!
(Fotografia: Mónica Costa)
segunda-feira, 29 de julho de 2013
Amesterdão, a cidade que tem mais canais que Veneza e mais pontes que Paris!
Amesterdão nasceu na foz do rio Amstel, numa região
que não tinha mais do que extensos lagos e pântanos que se encontravam abaixo
do nível médio das águas do mar. O mar pouco profundo foi sendo conquistado
pelas pequenas comunidades que aqui habitavam graças à construção de canais e
diques. A cidade começa a desenhar-se como a conhecemos hoje, por volta do ano
1200, quando se estabelece uma pequena comunidade piscatória no local onde hoje
é a praça Dam. Nos séculos seguintes, Amesterdão tornou-se num dos principais
portos de comércio da Europa. No final do séc. XV, mais de metade da navegação
do mar Báltico era de origem holandesa.
Renascida das duas guerras mundiais, a Holanda da segunda
metade do século XX vive uma revolução cultural que transforma Amesterdão no
que é hoje. Os hippies dos anos 60 vagueavam pela cidade, dormiam em sacos-cama
nos parques e consumiam drogas leves em público. Mais tarde,
surge o movimento Okupa que impediu a destruição do bairro de Nieumarkt,
reclamando a sua reabilitação em prol da existência de habitação acessível no
centro da cidade.
Amesterdão actualmente está disposta como uma teia de
aranha com os canais a formar a trama que se estende na forma de meia-lua.
A Holanda é um país no qual, desde séculos, convivem
diversas culturas, no qual florescem tanto a arte como a ciência. Uma quarta
parte da Holanda encontra-se debaixo do nível do mar. Desde os princípios do
século XIX, sobre o reinado de Luís Napoleão, Amesterdão foi declarada capital
do reino e ainda o é. Amesterdão, a capital mais liberal da Europa é um grande
íman que atrai todo o tipo de gente fascinante, que se sente em paz num lugar
tão rematadamente belo e com tão poucas restrições. Deve-se desfrutar com
cuidado e moderação.
Cidade dos coffee shops e das bicicletas, é tudo diferente do
que geralmente se conhece. Um mundo à parte que facilita a difusão
multicultural.
Deslumbre-se com os seus canais, a
arquitectura fascinante e o ambiente inspirador.
Há um milénio era apenas um pântano por onde o Reno
transbordava para o Mar do Norte.
Os quatro importantes canais do centro da
cidade são Prinsengracht, Herengracht, Keizersgracht e Singel. Existe também
inúmeros canais na zona de Jordaan, dos quais Brouwersgracht, Bloemgracht e
Leliegracht são especialmente agradáveis.
Os canais fazem parte da história da
cidade desde o Séc. XIV, no entanto, a maioria dos existentes foram construídos
durante a época de ouro da cidade, no Séc. XVII.
Actualmente são usados como sistema de
canal de transporte municipal usado pelos locais com três rotas diferentes por
toda a cidade; e usado como sistema de transporte turístico para os seus
visitantes e finalmente, estes canais também servem de residência. Os canais
servem como casa para aqueles que optam por viver numa das muitas casas
flutuantes de Amesterdão.
Para manter as condições sanitárias, os
canais são lavados três vezes por semana, quando os bloqueios são abertos.
(Fotografia: Mónica Costa)
terça-feira, 23 de julho de 2013
quinta-feira, 18 de julho de 2013
Parque Biológico da Serra da Lousã
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Foi uma manhã bem passada, apesar do calor tórrido que se
fazia sentir.
À conta do muito calor não vimos uma parte significativa dos
animais pois estavam recolhidos (leão, urso, lince ibérico, entre outros).
Mas conseguimos ver os porcos, patos, lontras, corvo, águias,
bufo-real, coelhos, cabras, veados, raposa, javalis, burro, lamas, esquilos,
saca-rabos, pavão, entre outros.
O espaço está muito bem cuidado e os animais também. Dentro do Parque existe um centro hípico e um restaurante
que serve comida típica por um preço convidativo, mas nós apesar disso optámos
por um pic-nic.
(Fotografias: Mónica Costa)
terça-feira, 16 de julho de 2013
segunda-feira, 8 de julho de 2013
Arroz Doce, quem quer!
Já tinha feito várias vezes
arroz doce na máquina de fazer pão, mas desta vez aventurei-me a fazer no
fogão.
A verdade é que o arroz fica
muito mais cremoso e mais bem cozido.
Após consultar várias
receitas, fiz a minha própria e digo-vos que ficou no ponto.
Vou partilhar, pois a partir
de agora só faço arroz doce no fogão e com esta receita.
Ingredientes:
2 cascas de limão
2 paus de canela
1 pitada de sal
1 pacote de preparado de
leite creme
5 gemas
1 colher de sopa de manteiga
Preparação:
Leve
ao lume um tacho com a água, o sal e a manteiga e deixe ferver.
Quando
a água estiver a ferver e a manteiga derretida, deite o arroz e deixe ferver até
absorver toda a água, mexendo sempre.
Coloque entretanto o leite num fervedor e leve a ferver com as cascas de limão e os paus de canela.
Quando a água tiver desaparecido junte o leite.
Deixe
continuar a ferver até o arroz estar cozido, mas inteiro, junte então o açúcar
e misture bem, deixando cozer por mais 5 minutos. Retire as cascas do limão e os
paus de canela.
À parte, parta os ovos e separe as gemas das
claras, bata as gemas numa tigela, e misture o preparado de leite creme.
Às
gemas junte colheradas de leite e de arroz para que as gemas adquiram a
temperatura do arroz e os ovos não colharem.
Depois de 3 ou 4 colheres do arroz já
cozido, as gemas já estão a temperatura do arroz, podendo juntar tudo no mesmo
tacho, mexendo bem enquanto coze por mais algum tempo em lume brando, até os
ovos engrossarem o creme.
Deite
o preparado em taças e polvilhe com canela em pó e sirva bem fresco...
Até fazer esta
receita o arroz doce da minha mãe era o melhor do mundo…
(Fotografia: Mónica Costa)
terça-feira, 2 de julho de 2013
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